Parlamentar justificou que aprovou título de utilidade pública em 2023 porque documentação estava em dia; ele nega ligação com servidora

A controvérsia em torno da Rede de Proteção à Vida e à Saúde (Revisa), recentemente identificada como uma suposta “entidade fantasma”, gerou novos desdobramentos políticos na Câmara Municipal de Betim. Após ser mencionado pelo colega de plenário Toninho da Farmácia em relação à concessão do título de utilidade pública à instituição em 2023, o vereador Marquinhos Rodrigues fez uma declaração pública.
Segundo Marquinhos Rodrigues, a indicação do projeto, na época, seguiu os procedimentos habituais do Legislativo. Ele esclareceu que a solicitação foi protocolada e enviada para votação na Câmara porque, naquele momento, a Revisa forneceu toda a documentação e as certidões necessárias exigidas por lei para obter o benefício.
Marquinhos também usou o discurso para desmentir qualquer rumor sobre favorecimento ou relação próxima com a coordenadora da instituição. O deputado assegurou que não tem nenhum vínculo pessoal com a representante da Revisa, ex-funcionária da Câmara, que atualmente é objeto de uma sindicância instaurada pela prefeitura para investigar a situação.






